O absenteísmo não é só ausência. É retrabalho distribuído entre quem ficou, é prazo que escorrega, é gestor apagando incêndio no lugar de liderar. E quando o afastamento se prolonga, o custo invisível cresce mais rápido do que o INSS cobre.
O problema não está no atestado. Está no que acontece antes, durante e depois dele. A maioria das empresas trata o sintoma. Nós tratamos o ciclo.
do total de horas trabalhadas são perdidas por absenteísmo nas empresas brasileiras — ABRH
dos afastamentos com CID relacionado à saúde mental se repetem em até 12 meses sem intervenção estruturada
é o custo médio por afastamento quando se somam perda de produção, substituto e reintegração
Três etapas. Um processo contínuo.
Relatório de distribuição de afastamentos por CID, setor e perfil. Identificação de grupos e funções de maior risco. Benchmark com o seu setor.
Protocolo de acompanhamento por tipo de afastamento. Comunicação periódica com o colaborador e o gestor direto. Alerta antecipado de casos que tendem à cronicidade.
Protocolo de reintegração por perfil de afastamento. Entrevista de retorno estruturada. Monitoramento de recidiva nos 90 dias seguintes.
Atestados e sinistralidade: quando os dados finalmente conversam
Identificar colaboradores com alta utilização do plano e histórico de atestados candidatos a afastamento futuro
Cruzar diagnósticos clínicos com os CIDs dos atestados para validar consistência e detectar padrões
Cruzar diagnósticos clínicos com os CIDs dos atestados para validar consistência e detectar padrões
Apresentar ao seu operador evidências de gestão ativa o que pode influenciar diretamente a renovação contratual
A atualização da NR-1 passou a exigir que riscos psicossociais sejam mapeados, documentados e gerenciados como qualquer outro risco ocupacional. Isso inclui pressão excessiva, assédio, sobrecarga e condições que afetam a saúde mental do trabalhador.